As dez pragas do Egipto

As dez pragas do Egipto Cultura de Algibeira

Hoje vamos embarcar num livro bíblico para trazer até ti este artigo, já que vamos falar sobre as dez pragas do Egipto. Caso não saibas sobre o que estamos a falar, as dez pragas do Egipto foram então dez calamidades que o Deus de Israel terá aplicado ao Egipto de forma a convencer o Faraó egípcio a libertar os hebreus que se encontravam a ser maltratados como escravos. Ao fim da décima praga, o Faraó acabou por ceder e libertar o povo hebreu que assim atravessou o deserto de volta à sua terra. Isto tudo, claro está, de acordo o Livro do Êxodo que faz então parte da Bíblia. Mas passemos então a estas dez pragas que terão então assolado o Egipto!

1 – Nilo Sangrento

A primeira das pragas a afligir o Egipto envolveu então o Rio Nilo. De acordo com o texto bíblico, as águas deste rio terão então sido transformadas em sangue, ficando assim contaminado, o que levou à morte de todos os peixes que viviam no mesmo.

2 – Rãs

A segunda praga a atingir o Egipto de acordo com o texto bíblico foi então uma praga de rãs que, com a intervenção do Deus de Israel, esta praga viria então a atingir todo o país, surgindo rãs em todos os pedaços de terra do Egipto.

3 – Piolhos

Como se rãs e um rio de sangue não fossem pragas suficientes, a praga que se seguiu então foi um praga de piolhos. Este castigo do Deus de Israel fez com que toda a população e animais do país fossem então infestados com piolhos nos seus cabelos e pêlos.

4 – Moscas

A quarta praga que assolou o Egipto foi então uma praga de moscas que acabou por deixar os céus do Egipto totalmente negros. Com esta praga, o Faraó acabou por concordar libertar o povo hebreu e, com isso, o Deus de Israel retirou a praga do país. No entanto, quando o Faraó percebeu que a praga havia parado, voltou a aprisionar o povo hebreu, revertendo a decisão que havia tomado.

5 – Morte de Animais

Após as infestações de piolhos e moscas, seguiu-se então uma praga sob a forma de uma infecção que afectava os animais e que os acabava por matar. Tal como no caso anterior, o Faraó aceitou libertar os hebreus para depois os voltar a prender, uma táctica que usou por diversas vezes ao longo das pragas.

6 – Pústulas

Seguimos então para a sexta praga que afectou o povo egípcio que foram então pústulas, isto é, borbulhas e feridas nas peles dos animais e pessoas. Estas pústulas viriam também a ser acompanhadas por úlceras que também afectaram todas as espécies de seres vivos do Egipto.

7 – Granizo

Vamos então para a sétima das pragas que afectou o Egipto de acordo com o Livro do Êxodo, uma chuva de granizo. Esta queda de pedras de gelo afectou todas as regiões do país excepto a região onde se encontrava o povo hebreu e acabou por destruir todas as plantações do país.

8 – Gafanhotos

Apesar de já ter passado por sete pragas, o Faraó egípcio continuou a prometer libertar o povo e voltar atrás com a sua promessa em todos os momentos em que o Deus de Israel interrompia as pragas. Posto isto, a oitava praga consistiu então de uma autêntica nuvem de gafanhotos que devoraram grande parte dos pertences do Faraó, o que o fez ceder e libertar o povo… Mais uma vez, só até ao momento em que a praga foi interrompida, revertendo a sua decisão nesse momento.

9 – Escuridão

Para nona praga, o Deus de Israel acabou por submeter todo o Egipto à escuridão, excepção feita à região onde se encontrava o povo hebreu. Durante vários dias o povo de Israel não viu o sol, ficando totalmente coberto pela escuridão, não sendo uma praga forte o suficiente para convencer o Faraó a libertar os seus escravos.

10 – Morte de Primogénitos

Por fim, a última praga que afectou o Egipto foi então a morte de primogénitos, quer de homens, quer de animais, tendo inclusive morrido o filho do próprio Faraó. Com este acontecimento, o Faraó decidiu libertar o povo hebreu, embora se tenha arrependido dessa decisão. No entanto, ao ir atrás do povo hebreu com os seus soldados, o Faraó fracassou e viu o seu exército morrer afogado no famoso momento em que Moisés separou as águas do Mar Vermelho para o povo hebreu as atravessar, águas essas que voltaram a se unir antes que os soldados conseguissem também atravessar o percurso entre as duas margens.

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