
As cidades perdidas são um dos maiores pontos de interesse e curiosidade ao longo da história humana. Quando falamos em Atlântida, todas as pessoas abrem do seu imaginário em busca de uma cidade afundada onde a riqueza seria imensa. Mas existem muitos outros exemplos de cidades assim e hoje vamos olhar às cinco cidades perdidas da Península Ibérica, ou melhor, as cinco cidades perdidas de que existe conhecimento da sua existência.
1 – Amaya
A cidade de Amaya nunca chegou a ser encontrada mas acredita-se que chegou mesmo a ser a capital ou uma das cidades mais importantes da Cantábria. Apesar de não terem sido encontrados vestígios da mesma, acredita-se que esta estivesse localizada em Burgos, perto da montanha que também dá pelo nome de Amaya.
2 – Cypsela
A cidade de Cypsela, localizada ao longo da costa da Catalunha, é uma cidade de origem grega que, até aos dias de hoje, está perdida. No entanto, existe a certeza da sua existência, uma vez que esta foi mencionada ao longo da história por cronistas gregos, romanos e da era medieval.
3 – Reccopolis
Reccopolis foi uma das cidades capitais de Espanha durante a sua existência, tendo sido fundada pelos visigodos. Apesar da sua importância durante esse período, a cidade acabou por ser abandonada no século X.
4 – Tartessos
Tartessos acaba por ser a cidade mais misteriosa e comercialmente importante desta lista, por existirem dúvidas sobre como esta seria mesmo composta. Sendo uma cidade costeira, esta terá sido um complexo económico e um centro de negociação ao longo do rio Guadalquivir, o quinto rio mais comprido da Península Ibérica. Acredita-se também que esta cidade da Andaluzia poderia mesmo funcionar como um reino independente do restante país. No entanto, devido à incerteza sobre a sua destruição, muitas pessoas acreditam que Tartessos nunca chegou a ser mesmo uma cidade, mas apenas um complexo cultural.
5 – Conímbriga
Por fim, fechamos esta lista em Portugal, com a cidade romana de Conímbriga. Tendo sido utilizada como um ponto de troca e um dos mais importantes centros do Império Romano ao longo de toda a Europa, esta cidade acabou por ser abandonada no século VIII, sendo hoje um ponto de atracção turística e um dos maiores sítios arqueológicos em Portugal.
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