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As três Leis de Newton

As três Leis de Newton - Cultura de Algibeira

Hoje decidimos olhar à mecânica clássica e, como não poderia deixar de ser, seria impossível olhar a essa temática sem falar de Isaac Newton e das suas fórmulas que acabaram por dar origem às famosas três Leis de Newton. Por isso mesmo, hoje decidimos explicar-te essas três leis!

1 – Primeira Lei de Newton

A primeira das Leis de Newton argumenta que “Todos os corpos continuam em estado de repouso ou de movimento uniforme em linha recta, a menos que sejam forçados a mudar aquele estado por forças aplicadas sobre eles”. Conhecido como princípio da inércia, esta lei prevê que se a soma de todas as forças que agem sobre um objecto é nula, este terá uma velocidade constante. Por consequência, se este objecto se encontra em repouso irá continuar em repouso até que uma outra força não nula seja exercida por ele e, caso um objecto esteja em movimento rectilíneo constante, este irá manter sempre a mesma velocidade, a menos que uma força não nula actue sobre ele.

2 – Segunda Lei de Newton

Passemos então para a segunda Lei de Newton que prevê que “A mudança de movimento é proporcional à força motora impressa, e é produzida na direcção de linha reta na qual aquela força é aplicada”. Por outras palavras, esta lei conhecida como princípio fundamental da dinâmica afirma que ao exercer uma força sobre um objecto, quanto menos massa este tiver, maior será a aceleração obtida. Num exemplo prático, ao empurrares um carro de brincar e um carro real com a mesma força, a aceleração dos dois será diferente e proporcional à sua massa.

3 – Terceira Lei de Newton

Por fim, a terceira Lei de Newton afirma que “Para toda a acção existe sempre uma reacção oposta e de igual intensidade: as acções mútuas de dois corpos um sobre o outro são sempre iguais e dirigidas em sentidos opostos”. Esta terceira lei é conhecida como Princípio da Acção e Reacção e prevê então que qualquer interacção entre dois corpos vai gerar duas forças com a mesma direcção, a mesma magnitude mas, no entanto, com sentidos opostos. Por exemplo, quando empurras uma parede, esta parede está a exercer a mesma força sobre ti que tu exerces sobre ela, acontecendo isto com quaisqueres objectos no nosso planeta.

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